Estar um dia acordado, depois de uma noite de insónia, não é tarefa fácil, sobretudo quando o dia é preenchido com reuniões onde o debate, as sugestões de emendas e as votações, pedem a nossa máxima atenção. Este foi o meu dia de anteontem!
A razão da insónia pode estar no café que tomei depois do jantar, mas creio que não justifica a noite em claro. Na verdade, podemos procurar mil e uma razões para dormir, mas se o nosso coração está inquieto, como se estivesse em vigília à espera de uma boa notícia no romper da aurora, esqueçam todas as justificações para dormir.
Que o nosso coração se inquiete, porque espera, é normal. Se não fosse assim, não conseguiríamos acolher a experiência do encontro. Obviamente não me referido apenas ao encontro presencial ou físico, mas sobretudo ao desejo de estar com.
Quando passamos um tempo sem sabermos dos nossos familiares ou amigos, é natural que o nosso coração se interrogue e busque para si uma luz que o ilumine e o alimente na esperança.
O amor que o nosso coração transporta (Cf. Rm 5,5), ou dito de outra forma, a linguagem que o nosso coração é capaz de conceber para expressar o amor é fundamental na nossa vida. Seja esta linguagem, paradoxalmente, uma insónia, um abraço ou uma simples SMS!
Apesar de estarmos distantes geograficamente, sentimo-nos próximos de quem amamos. Sentimo-nos próximos daqueles por quem temos compaixão. E não uso aqui o termo compaixão no sentido de piedade ou comiseração. De facto, compaixão é o mesmo que ter um sofrimento comum, isto é, sofrer com. A palavra paixão evoca esse tal sofrimento, mas também nos transporta para o amor oblativo. Para o amor que é capaz de se oferecer por si mesmo, livremente, e gerar vida! Um amor que tem tanto de criativo, como de perseverante.
E tudo isto para dizer que quem se sente no "exílio" alimenta o desejo do encontro com os que esperam no regresso! Queremos regressar, não porque queremos voltar atrás, mas porque é importante caminhar com aqueles que esperam por nós. Queremos regressar porque levamos connosco os anseios, as preocupações e as esperanças de todos! Queremos regressar, sobretudo, porque há uma Palavra que nos envia.
Esta certeza está presente em todos os textos que orientam o Capítulo. A Palavra que aqui nos reuniu, é também a que nos envia. A Palavra que nos envia a Ouvir, a Falar, a Amar!
A razão da insónia pode estar no café que tomei depois do jantar, mas creio que não justifica a noite em claro. Na verdade, podemos procurar mil e uma razões para dormir, mas se o nosso coração está inquieto, como se estivesse em vigília à espera de uma boa notícia no romper da aurora, esqueçam todas as justificações para dormir.
Que o nosso coração se inquiete, porque espera, é normal. Se não fosse assim, não conseguiríamos acolher a experiência do encontro. Obviamente não me referido apenas ao encontro presencial ou físico, mas sobretudo ao desejo de estar com.
Quando passamos um tempo sem sabermos dos nossos familiares ou amigos, é natural que o nosso coração se interrogue e busque para si uma luz que o ilumine e o alimente na esperança.
O amor que o nosso coração transporta (Cf. Rm 5,5), ou dito de outra forma, a linguagem que o nosso coração é capaz de conceber para expressar o amor é fundamental na nossa vida. Seja esta linguagem, paradoxalmente, uma insónia, um abraço ou uma simples SMS!
Apesar de estarmos distantes geograficamente, sentimo-nos próximos de quem amamos. Sentimo-nos próximos daqueles por quem temos compaixão. E não uso aqui o termo compaixão no sentido de piedade ou comiseração. De facto, compaixão é o mesmo que ter um sofrimento comum, isto é, sofrer com. A palavra paixão evoca esse tal sofrimento, mas também nos transporta para o amor oblativo. Para o amor que é capaz de se oferecer por si mesmo, livremente, e gerar vida! Um amor que tem tanto de criativo, como de perseverante.
E tudo isto para dizer que quem se sente no "exílio" alimenta o desejo do encontro com os que esperam no regresso! Queremos regressar, não porque queremos voltar atrás, mas porque é importante caminhar com aqueles que esperam por nós. Queremos regressar porque levamos connosco os anseios, as preocupações e as esperanças de todos! Queremos regressar, sobretudo, porque há uma Palavra que nos envia.
Esta certeza está presente em todos os textos que orientam o Capítulo. A Palavra que aqui nos reuniu, é também a que nos envia. A Palavra que nos envia a Ouvir, a Falar, a Amar!
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