O tempo mudou da noite para o dia. Após uma noite de trovoada e alguns relâmpagos, a manhã de ontem começou bem mais fresca e a brisa vinda do mar fez-se notar durante todo o dia. Provavelmente para quem está na "praia" (quem conhece a Croácia entenderá porque coloco aspas na palavra praia...) não seja o melhor clima, mas para nós que passamos todo o santo dia em salas e de um lado a outro para rezar, comer e reunir, apreciamos muito!
Os dias desta semana resumem-se nos trabalhos das comissões e nas apresentações, para discussão e votação, dos textos produzidas pelas mesmas.
É um trabalho moroso e, de certa forma, extenuante. As discussões em comissão, tantas vezes se prolongam em sessão plenária. É necessário rever, mais do que uma vez, as proposições que cada comissão apresenta. É preciso esclarecer e precisar o que se discute e o que se vota. E tudo isto nas três línguas oficiais da Ordem (espanhol, francês e inglês).
No dia de ontem tratamos o texto apresentado pela comissão sobre Governo e restruturação da Ordem. Como é a primeira vez que muitos de nós participamos num Capítulo Geral, sentimos alguma dificuldade no momento de intervir e participar no debate, mas rapidamente percebemos como as coisas se processam. E mesmo aqui (ou sobretudo aqui) percebemos o quão diferentes somos uns dos outros e como a Ordem se apresenta na sua rica diversidade. Há os que nunca ou quase nunca falam, mas há também os que intervêm quase sempre!
Há temas que parecem claros, mas há outros que suscitam sérios debates. E alguns, pelo que percebi, são eternas questões nos Capítulos Gerais. Penso, por exemplo, na nossa Universidade Pontifícia de São Tomás de Aquino em Roma (Angelicum) que nos últimos capítulos tem motivado inflamados discursos. E que, quando discutíamos hoje de tarde o texto proposto pela comissão para os estudos na Ordem, apareceu novamente. Na minha opinião, não se trata da importância ou reconhecimento desta instituição académica (conta com mais de mil alunos e quase duzentos professores), mas da sua viabilidade económica. Creio que esta é a questão de fundo (mesmo sabendo da premente necessidade de renovação dos cursos e dos professores).
A questão económica, abordada na manhã de hoje, permitiu esclarecimentos e foi unânime entre os capitulares o bom trabalho que nos últimos anos o Síndico da Ordem (o irmão que trata das questões económicas na nossa Cúria) tem desenvolvido.
Uma coisa é certa... Amanhã continuaremos as sessões plenárias, discutindo e votando as proposições que integrarão as Actas deste Capítulo Geral.
Há temas que parecem claros, mas há outros que suscitam sérios debates. E alguns, pelo que percebi, são eternas questões nos Capítulos Gerais. Penso, por exemplo, na nossa Universidade Pontifícia de São Tomás de Aquino em Roma (Angelicum) que nos últimos capítulos tem motivado inflamados discursos. E que, quando discutíamos hoje de tarde o texto proposto pela comissão para os estudos na Ordem, apareceu novamente. Na minha opinião, não se trata da importância ou reconhecimento desta instituição académica (conta com mais de mil alunos e quase duzentos professores), mas da sua viabilidade económica. Creio que esta é a questão de fundo (mesmo sabendo da premente necessidade de renovação dos cursos e dos professores).
A questão económica, abordada na manhã de hoje, permitiu esclarecimentos e foi unânime entre os capitulares o bom trabalho que nos últimos anos o Síndico da Ordem (o irmão que trata das questões económicas na nossa Cúria) tem desenvolvido.
Uma coisa é certa... Amanhã continuaremos as sessões plenárias, discutindo e votando as proposições que integrarão as Actas deste Capítulo Geral.








